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Você sabe o que é um Direct Box?



A principal função de um Direct Box é converter um sinal não balanceado e de alta impedância (como aquele gerado pelos captadores de uma guitarra) em um sinal balanceado de baixa impedância permitindo que você passe cabos por uma distância maior sem acrescentar ruído. Outra função muito útil é a de eliminar ruído de corrente elétrica ou eletromagnética. Um Direct Box básico tem no mínimo uma entrada e duas saídas. As saídas são: uma direta para ser ligada no amplificador do instrumento musical e a outra com nível de sinal de microfone, para ser ligada, na mesa de som, em uma entrada de microfone. Existem dois tipos de Direct Boxes, são eles, ativos e passivos.

Direct Boxes Passivos e Ativos

Um dos mitos que existem em torno dos Direct Boxes é a afirmação de que DI’s ativos são melhores que os passivos. Vamos fazer uma analogia com os microfones: qual tipo de microfone é melhor? Dinâmico ou condensador? Se você respondeu “não há melhor ou pior, depende da aplicação”, você entendeu o princípio do raciocínio. Com os direct boxes é a mesma coisa. No que diz respeito ao seu princípio de funcionamento, não há melhor ou pior. Sua escolha dependerá do tipo de aplicação. Em geral, Direct Boxes passivos atenuam o sinal na saída balanceada. Uma vantagem da utilização de um Direct Box passivo, em comparação com um ativo, é que além de não precisar de alimentação externa, ele possui melhor isolamento elétrico proporcionado pelo transformador, o que diminui os ruídos de terra. Muita gente não gosta do Direct Box ativo porque ele possui a necessidade de alimentação externa. Neste caso, se a mesa não possuir Phantom Power, haverá necessidade da utilização de baterias, em geral de 9 volts, e quando a carga das baterias diminui, o DI começa a distorcer.

Entretanto, Direct Boxes ativos possuem resposta de frequência mais ampla e podem ser interessantes em diversas situações. Imagine, por exemplo, um teclado de alta qualidade com cinco oitavas conectado ao um Direct Box passivo. Como a resposta de frequência do DI passivo é menor, o som do teclado pode ser prejudicado nas pontas do espectro (graves e agudos). Neste caso, o ideal seria um DI ativo, mas lembre-se: não é regra.

 

Direct Box na prática

Na prática de palco, temos então 2 saídas partindo do direct box.  Um sinal que vai pra mesa de som e um sinal que vai pro amplificador (guitarra, baixo...) ao alterar as configurações no amplificador, como volume, equalização, não afetará em nada o som que irá pra mesa de som e PA.

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